quinta-feira, 19 de abril de 2012

PAULO FREIRE



Bibliografia de Paulo Freire  


Paulo Freire , o grande pedagogo brasileiro, nasceu no dia 19 de setembro de 1921, na Estrada do Encanamento, no 21, bairro de Casa Amarela, no Recife, filho do capitão da Policia Militar de Pernambuco Joaquim Temístocles Freire e Edeltrudes Neves Freire.
Começou a ler orientado por sua mãe, no quintal da casa onde nasceu “ a sombra das mangueiras e tendo o chão por quadro negro e gravetos como giz”
Aos dez anos , mudou-se para o município de Jaboatão (hoje Jaboatão dos Guararapes) cidade a cerca de 18 km do Recife, onde concluiu o curso primário.
Iniciou o ginásio no Colégio 14 de julho, concluindo-o no Colégio Oswaldo Cruz, ambos no Recife.

Ingressou na Faculdade de Direito do Recife, em 1943, casando-se, no ano seguinte, com a professora primária Elza Maria Costa de Oliveira, que teria grande influencia na sua vida e com a qual teve cinco filhos: Maria Madalena,Maria Cristina,Maria de Fátima, Joaquim e Lutgardes.

Segundo Paulo Freire, seus estudos lingüísticos e seu encontro com Elza conduziram-no a Pedagogia.

Iniciou sua carreira no magistério no Colégio Oswaldo Cruz, como professor de língua portuguesa, substituindo Moacir Albuquerque, considerado um dos melhores professores da disciplina na época.

De 1947 a 1954, exerceu o cargo de diretor do setor de Educação e Cultura do SESI, e de 1954 a 1957, o de superintendente do órgão.

No final de 1959, obteve o titulo de doutor em Filosofia e História da Educação, defendendo a tese Educação e atualidade brasileira.

Com o Golpe Militar de 1964, o novo governo considerou o “método de Paulo Freire” perigoso e o proibiu.Paulo Freire foi preso e acusado de subversivo, permanecendo 70 dias detido em varias selas, entre as cidades do Recife e de Olinda.
Foi forçado a exilar-se, indo inicialmente para a Bolívia, daí para Santiago do Chile e depois para Genebra.

No Chile, onde ficou por quase cinco anos, retornou a sua pratica pedagógica e escreveu seu primeiro livro publicado comercialmente, Educação como pratica de liberdade, assim como sua obra mais conhecida ,Pedagogia do Oprimido.

Aos setenta anos de idade , em 1991, recebeu muitas homenagens, em diversas partes do mundo.No Recife , sua cidade, o Conselho Estadual de Educação e a Secretaria de Educação, Cultura e Esportes de Pernambuco, Paulo Freire fez diversas visitas ao Recife e ao município do Cabo de Santo Agostinho, Pernambuco, fazendo palestras para professores e atuando em programas de alfabetização.

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Paulo Freire morreu de infarto, no dia 2 de maio de 997, aos 75 anos de idade, em São Paulo.
È autor de vários livros entre os quais podem – se destacar:

A propósito de uma administração (1961)
Educação como pratica da liberdade (1967)
Pedagogia do oprimido (1970)
Cartas a Cristina (1974)
Educação e mudanças (1979)
A importância do ato de ler em três artigos que se completam (1982)
A Educação na cidade (1991)
Pedagogia da esperança (1992)
Política e educação (1993)
A sombra desta mangueira (1995)
Pedagogia da autonomia (1997)
Pedagogia da indignação (2000)
Educação e atualidade brasileira (2001).


CONCEPÇÃO DA ESCOLA ENSINO E APRENDIZAGEM

       Muito se tem falado sobre o educador Paulo Freire bem como suas obras que nos deixou ensinamentos relevantes e um grande legado para nós educadores, com sua pratica de ensino, baseada numa educação libertadora , propondo caminhos para o fazer pedagógico, por ser  uma tarefa árdua e ao mesmo tempo pertinente,  instigante,  ampla e  que perpassa o campo educacional.

       A escola defendida pelo educador deve desenvolver nos educando senso critico, auto-estima e valorização de seu grupo. Bem como criar possibilidades para que os mesmos reconheçam sua presença no mundo como sujeitos de sua própria história, que pensa , avalia , questiona e transforma a realidade e o mundo em que vive.  A mesma deve ser um espaço de acolhimento e conseqüentemente contribuir para formação critica e política do educando. Promovendo o crescimento dos sujeitos em todas as suas dimensões, instigando-os a desenvolver senso critico capaz de construir suas opiniões e pensamentos, ter um olhar aguçado diante do que lhe é oferecido, não aceitando receitas prontas, mas questionar, investigar e  avaliar.

      É também na escola que se prepara o individuo para o exercício da liberdade emancipatória, para ser independente, livre de toda forma de opressão , exploração, discriminação, abrindo uma visão critica, para que o sujeito tenha plena convicção de que é um ser dotado de liberdade, direitos e também de deveres.

       O professor não é detententor do saber e o aluno aquele que nada sabe, onde são depositados todos os conhecimentos advindos do professor é necessário uma relação de amizade, companheirismo e uma interação entre ambos.Para que exista uma aprendizagem dialógica e significativa, e o educador respeite a autonomia do educando. Paulo Freire defende uma pedagogia que liberte e transforme os marginalizados explorados, oprimidos para que os mesmos possam pensar , agir e se comunicar. Pois de acordo com Freire (2005, p 46)



A pedagogia do oprimido, como pedagogia humanista e libertadora, terá dois momentos distintos.O primeiro que os oprimidos vão desvelando o mundo da opressão e vão comprometendo, na práxis, com sua transformação: o segundo em que transformada a realidade opressora, esta pedagogia deixa de ser pedagogia do oprimido e passa a ser pedagogia dos homens em processo de permanente libertação.

     Freire (2001) nos diz que o professor tem que ter consciência da sua responsabilidade de ensinar certo conteúdo, não deve significar que o ensinante se aventure a ensinar sem competência para fazer, ou seja, ensinar o que não sabe, a responsabilidade política profissional do ensinante lhe coloca o dever de se preparar, de se capacitar, de se formar antes mesmo de iniciar sua atividade docente.

     Ensinar é respeitar a autonomia do educando, sua cultura, identidade e diferenças , valorizando os conhecimentos e saberes que o aluno leva para a escola, considerando o contexto social, econômico e cultural em que o mesmo estar inserido. “Freire (1979) diz que não se pode refletir a educação sem refletir o próprio homem pois entende que a educação é um ato político e pedagógico” . Não é uma ação neutra. Portanto o educador deve buscar incansavelmente novos conhecimentos, estar sempre atualizado e rever sua pratica pedagógica, avaliando sua forma de ensinar, tendo amor pelos educando, visando o bem da sociedade , tornando-se profissionais da pedagogia e da política. Para tanto é necessário uma analise critica de sua pratica em que o professor se conscientize que “ensinar não é transferir conhecimentos, mas criar possibilidades para sua produção ou a sua construção” (FREIRE, 1996 p.21).




REFERÊNCIAS:

FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido 18.Ed .Rio de janeiro: Paz e Terra, 1988
Disponível em :

Disponível em :
orientacaounivima2008.pbworks.com/w/page/8543073/Concepçõe - 60k (Acesso 07.06.2012)

Disponível em:




Equipe:
Maria de Fátima Gonçalves dos Santos
Tânia Regina Silva dos Santos
Eliane Tourinho





segunda-feira, 16 de abril de 2012

JOSÉ CARLOS LIBÂNEO


Biografia de José Carlos Libâneo

José Carlos Libâneo nasceu em Angatuba (São Paulo), em 1945. Cursou o ensino fundamental e médio no Seminário Diocesano de Sorocaba. Formou-se em Filosofia pela PUC (Pontifícia Universidade Católica) de São Paulo no ano de 1966. Tornou-se Mestre em Filosofia da Educação pela PUC em 1984 e Doutor em Filosofia e História da Educação também pela PUC em 1990.
Foi fundador e diretor por 3 anos do Centro de Treinamento e Formação de Professores da Secretaria de Educação Estadual (1973). Ensinou na Faculdade de Educação da Universidade Federal de Goiás, onde foi coordenador do curso de Mestrado em Educação, até ter seus direitos cassados pelo regime militar. Trabalhou na área de Recursos Humanos de uma empresa privada e na Direção do Colégio Vocacional de Goiânia (1976 – 1980).
Em 1980, foi beneficiado pela anistia e retornou à Universidade Federal de Goiás, ensinando na graduação e na pós-graduação, aposentou-se como Professor Titular em 1996.
Desde 1997, até os dias de hoje, é Professor Titular da Universidade Católica de Goiás, onde leciona nos cursos de graduação e pós-graduação e é vice-coordenador do Mestrado em Educação.
É consultor do CNPq e CAPES e pertence a várias associações cientificas e sindicais.
       Além de ser escritor e de ter redigido capítulos de livros em co-autoria, publicado inúmeros artigos em periódicos e anais, apresentado textos em congressos, seminários e encontros e escrito prefácios e apresentações de livros.
          Mais abaixo veremos algumas de suas obras literárias e um pouco do que trás cada uma delas.


O livro Adeus Professor, Adeus Professora aborda temas como: as novas realidades, exigências educacionais e as teorias sobre as escolas e professores em nossa época. Trata também dos meios de comunicação e informação enfatizando a importância do educador frente à modernização e com isso a necessidade de uma formação continuada.



O livro Democratização da Escola Pública busca orientar um fazer pedagógico crítico auxiliando os educadores a dirigir seu trabalho para o quadro escolar público, permitindo pensar temas como didática, metodologias e aprendizagens.



O livro Didática aborda as percepções e compreensões reflexivas das situações didáticas, assim como: do processo de ensino, os conteúdos e seus objetivos e métodos e como fatos principais as atividades docentes e metodologias e práticas para atuar em casos de didáticas concretas. Tendo como objetivo construir conteúdos e organizar uma discussão de caráter prático no processo educativo. 



O livro Educação Escolar – Políticas, Estrutura e Organização possibilitam aos educadores e coordenadores da área de ensino criar conceitos dos aspectos sociopolíticos, históricos, pedagógicos, curriculares e organizacionais e gestão da escola brasileira.



O livro Educação na Era do Conhecimento em Rede e Transdisciplinariedade abordam textos alicerçados na pesquisa e nas práticas dos educadores que atuam na área da educação, buscam experiência que facilitem o domínio das teorias emergente pelos educadores, preparando-os para uma sociedade cheia de mudanças. Também retrata sobre a revisão critica das teorias pedagógicas modernas entre modernidade, pós-modernidade e as principais correntes pedagógicas contemporâneas.



O livro Organização e Gestão Escolar possibilita o conhecimento da organização escolar, as formas de gestão e competências e formas necessárias à participação eficaz a vida da escola. Também trata da elaboração e discussão pública do projeto pedagógico curricular das escolas.

O livro Metodologias de Ensino da Educação Física aborda as condições reais da atuação profissional e tem com objetivo orientar os profissionais a cumprir as suas tarefas de educação física como área de estudo e campo do trabalho. Mas deixa claro que não vai ser o livro que o ajudará a enfrentar os problemas em sala de aula, mas as suas próprias reelaborações dos conhecimentos e as suas experiências cotidianas.



O livro Pedagogia e Pedagogos para que? Abordam conteúdos sobre as questões relacionadas como o campo da teoria da pedagogia a prática educativa como o seu objetivo, o envolvimento com as demais áreas da educação a identidade profissional do pedagogo e sua postura em frente às realidades contemporânea.  




CONCEPÇÕES DE ESCOLA, ENSINO E APRENDIZAGEM

            O mundo contemporâneo exige que a Escola atue mais ativa e efetivamente, na luta contra as desigualdades e a marginalização social, fazendo uso de seus objetivos pedagógicos e políticos.
            A ciência e a técnica se associaram, e isso fomentou modificações radicais nos processos de produção, bem como nas condições de vida e de trabalho nos setores da atividade do homem, e essas transformações refletem diretamente na Escola.
            Todas essas mudanças valorizam a educação geral, propiciando novas capacidades cognitivas e habilidades sociais e pessoais, construindo uma escola com objetivos voltados para os interesses do mercado.
            Faz-se necessária, a criação de novas bases para o ensino, ensino esse, guiado por uma pedagogia da emancipação, que considere essas transformações atuais, pois as mesmas não são apenas econômicas, mas também filosóficas, éticas e culturais.
            O ser humano está rodeado de informação, contudo, informação e conhecimento são diferentes. O conhecimento torna possível a libertação política e intelectual, para que os indivíduos ressignifiquem a informação.

      A aprendizagem escolar tem um vínculo direto com o meio social que circunscreve não só as condições de vida das crianças, mas também a sua relação com a escola e estudo, sua percepção e compreensão das matérias. A consolidação dos conhecimentos depende do significado que eles carregam em relação à experiência social das crianças e jovens a família, no meio social, no trabalho. (LIBÂNEO, 1994, p. 87)

                                                        
            Libâneo propõe quatro objetivos para que a escola da atualidade seja inserida numa proposta de educação emancipadora. Primeiro, preparar os alunos para o método produtivo, visando inseri-los numa sociedade tecno-científica-informacional, através de investimentos na formação geral, requerendo atitudes, habilidades, conceitos, conhecimentos e valores voltados para a globalização e a interdisciplinaridade. Em segundo, viabilizar meios que auxiliem os discentes no pensar criativo, crítico e autônomo, buscando por meio dos conteúdos, que os alunos construam a busca por informações, o desenvolvimento do pensamento e a habilidade para aprender. O terceiro objetivo é a prática de uma formação em que a escola crie locais dentro e fora da sala de aula, que estimulem a cidadania participativa e crítica, com ações na comunidade, orientada e organizada, onde os alunos pratiquem a responsabilidade, poder de liderança, democracia e a iniciativa. Em quarto, está a formação ética, pois a educação moral se faz extremamente imprescindível na escola atual, onde o planejamento curricular e o projeto pedagógico exponham as pretensões da Direção, dos professores e da equipe pedagógica, e tenha por finalidade formar um individuo socialmente compromissado e responsável.
Veja como ilustramos na figura a seguir:



            A escola necessita se diferenciar de outras instituições educativas, como os meios de comunicação, as organizações culturais e a família, transformando-se num espaço de síntese entre as vivências culturais que ocorram nas já citadas instituições, o ensino formal e os conteúdos. Pois a escola não substitui essas práticas educacionais, advindas de contextos informais, mas deve sim ligar-se a elas.
            O papel da escola é fornecer circunstâncias e condições cognitivas e afetivas para o educando construir suas próprias habilidades, para reestruturar essa cultura capturada externamente de maneira pulverizada, construindo e reconstruindo os conhecimentos. Com o objetivo de reordenar essas informações, a escola deve usufruir desses recursos, conduzindo discussões, ensinando aos alunos a interpretação crítica do que é veiculado, possibilitando novas significações dessa informação.
            O ensino atualmente é caracterizado pelos meios de comunicação social, as mídias e as multimídias e por um conjunto de mediações culturais, que são transmissoras de idéias, atitudes, emoções e habilidades. Fazem parte da aprendizagem, a cultura popular, as vivências sócio-culturais e os saberes que os alunos levam para a sala de aula, articulando a educação às diversidades e peculiaridades regionais e locais, contribuindo para a construção de um currículo flexível, onde a proposta de ensino não seja engessada, uniforme, imposta e padronizada.
            O projeto pedagógico norteia a atividade escolar, na direção de uma pedagogia da emancipação. Para isso, a construção desse projeto deve ser coletiva, pensada em conjunto, de maneira organizada, segura, sensata e realista. Os profissionais que trabalham na escola aprendem por meio da organização escolar, pois os indivíduos e os grupos mudam ao modificarem o próprio contexto onde atuam.
            O sistema escolar responde vagarosamente aos impactos sociais, embora a interação entre a escola e a sociedade esteja se equiparando, não há um retorno imediato no que se refere às transformações na produção.
            Para que se repense em alternativas democráticas visando uma educação emancipatória, o educador necessita ir além da simples crítica, pois uma pedagogia de esquerda, tem como suporte para a sua teorização, chegar às contradições e desigualdades sociais, não se estabelecendo em discursos bem intencionados e nas generalidades.
            Ao se afirmar que o aluno aprende fazendo, e que é ele quem estrutura e constrói seu próprio conhecimento, o professor encontra a liberdade para explicar e se esquivar da sua falta de preparo teórico, prático e profissional, pois dessa forma equivocada, seu único papel em sala de aula é o de orientar os docentes.
            Hoje em dia, existe a idéia de que não se necessita de muita disciplina, nem de muito conteúdo, o mais importante é que a criança esteja feliz e só desempenhe aquilo que lhe dá prazer. Com isso, os professores concedem justificativas vazias e fáceis ao fracasso, ao insucesso escolar e às dificuldades de aprendizagem, deixando à margem o papel do ensino e da escola.
            Precisa haver uma mudança na escola, e por conseqüência, os docentes devem mudar com ela. O professor necessita ter uma identidade profissional, e isso é inviável sem a valorização do seu emprego, através da requalificação profissional, reestruturação do plano de carreira e da melhora na formação inicial, contínua e continuada.
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            O professor deve dominar com segurança as noções, conceitos, as práticas relacionadas à matéria e essencialmente, deve definir objetivos de aprendizagem, variar situações de aprendizagem, avaliar a aprendizagem, analisar os resultados e diagnosticar fracassos e dificuldades. Os professores transformarão e ressignificarão sua maneira de ensinar à medida que vivenciarem novas maneiras de aprender.






Referências Bibliográficas

LIBÂNEO, J. C. Didática. 1. ed. São Paulo: Cortez, 1994.

IMAGEM, de Libâneo
Disponível em: 
Acesso em: 1 Jun. 2012

IMAGEM, da citação
Disponível em: 
Acesso em: 1 Jun. 2012

LIBÂNEO, J. C. A didática e a aprendizagem do pensar e do aprender. 
Disponível em:
Acesso em: 1 Jun. 2012

Disponível em:
Acesso em: 1 Jun. 2012

SILVA, Diana Leia Alencar da. Aulas 01 e 02 – Didática. In: UNIVERSIDADE SALVADOR – UNIFACS. Módulo de Didática: curso de Pedagogia. Salvador. Unifacs EaD, 2012. p 9 – 37.

Manual de Normalização para Trabalhos Acadêmicos
Disponível em:
<http://www.unifacs.br/upload/biblioteca/Manual_de_Normalizacao_v09092011%281%29.pdf>
Acesso em: 1 Jun. 2012

Entrevista com José Carlos Libâneo
Disponível em:
H:\PPP3\ENTREVISTA COM JOSÉ CARLOS LIBÂNEO  Nogueira David  Pensar a Prática.mht
Acesso em: 1 Jun. 2012


Resumo do livro Adeus professor, adeus professora;  Democratização da escola pública; Didática
Disponível em :
 www.recantodasletras.com.br/resenhasdelivros 
Acesso em: 8 jun. 2012


Resumo do livro Educação Escolar - Politicas, estrutura e organização.
Disponível em: 
www.cortezeditora.com.br
Acesso em: 6 jun. 2012


Resumo do livro Educação na Era do Conhecimento em Rede e Transdisciplinaridade Disponível em: 
www.librilaboris.com.br
Acesso em: 6 jun. 2012


Resumo do livro Organização e gestão na escola
Disponível em: 
www.skoob.com.br
Acesso em: 6 jun. 2012


Metodologia de ensino da Educação Física
Disponível em: 
www.octopuspinus.blogspot.com
Acesso em: 6 jun. 2012


Pedagogia e pedagogos, para quê?
Disponível em: 
www.pt.shvoong.com
Acesso em: 6 jun. 2012



Curso de Pedagogia
Equipe:

  • Ana Paula Praxedes Neves
  • Ludimila Araújo dos Passos Almeida
  • Michelle Rocha de Brito Capistrano